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A Suécia foi um dos primeiros países da Europa continental a construir uma cena de MMA profissional, e construiu ela em torno de um número muito pequeno de salas em Estocolmo.
As modalidades de origem são as nórdicas: luta livre e greco-romana, judô, e uma cultura de grappling sem kimono que pegou cedo e para valer. A greco-romana, em particular, deixa uma marca bem própria — quem se formou nela é perigoso no clinch e na grade, onde as mãos já estão postas e a queda vem do tronco, não das pernas.
A trocação foi acrescentada dentro das mesmas academias, em vez de importada de uma cena de kickboxing separada, o que tende a produzir lutadores cuja luta em pé é construída para servir ao agarre: socos que preparam a entrada, e um conforto na distância bem curta que os trocadores puros normalmente evitam.
A concentração é o dado marcante do elenco sueco. Estocolmo abriga a equipe que treinou boa parte dos lutadores abaixo, e a influência dela vai muito além da lista do próprio país — há anos é um camp de destino para lutadores europeus, o que significa que os suecos tiveram parceiros de treino internacionais em casa em vez de precisar viajar atrás deles.
É uma vantagem incomum para um país desse tamanho, e aparece na forma como os cartéis suecos são construídos: menos lutas e mais duras, em vez de sequências regionais longas, porque o nível dentro da sala já era alto antes do nível da oposição.
Leia a coluna da academia abaixo e a concentração salta aos olhos: um punhado de nomes responde por quase toda a lista, com o restante espalhado por clubes regionais e, em alguns casos, equipes no exterior. Uma cena organizada assim desenvolve lutadores em turmas, e não um a um — os companheiros sobem juntos, dividem treinadores por uma década e muitas vezes dividem vícios visíveis na forma como as lutas deles se desenrolam.
As páginas abaixo listam todos os lutadores suecos do catálogo, com a categoria de peso, a academia e como terminou cada uma das suas últimas cinco lutas.