País
O Brasil é um dos dois países onde o MMA foi inventado, e não importado. Bem antes de o esporte ter nome, regras unificadas ou categorias de peso, lutadores brasileiros já se enfrentavam em confrontos sem limite de peso que colocavam uma arte contra a outra — e o que se aprendeu ali ainda define como se luta no mundo inteiro.
O jeito brasileiro começa no chão. O jiu-jitsu, adaptado aqui a partir do judô na primeira metade do século XX, foi construído exatamente para o problema que o MMA apresenta: o que o lutador faz quando a luta sai da trocação. A resposta — controlar por baixo tanto quanto por cima, finalizar de posições que parecem derrota — deu ao país uma geração inteira de lutadores que nunca estavam fora da luta enquanto estivessem conscientes.
O luta livre cresceu ao lado, como tradição rival, sem kimono e com outra relação com os ataques de perna. A rivalidade entre os dois foi acirrada por décadas, e o esporte só ganhou com isso: quem precisou se preparar para os dois estilos chegou a algo mais completo do que qualquer um deles.
A trocação entrou pelo muay thai, adotado nas academias brasileiras com ênfase em clinch, joelhadas e pressão pra frente. A soma de um lutador de chão que não tem medo do solo com um trocador que não tem medo da distância curta é o que a maioria quer dizer quando chama um lutador de brasileiro.
Os lutadores brasileiros se concentram em um número pequeno de equipes com linhagens longas, e essas equipes treinam de formas diferentes. Umas são casas de grappling onde a trocação vem por cima de um jogo de chão; outras são academias de trocação que acrescentaram a luta olímpica. A equipe de um lutador diz muito sobre como ele luta — por isso vale ler a academia antes do cartel.
Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Manaus, no norte, produziram cada uma a sua cena, e seus lutadores não se parecem. As páginas abaixo listam todos os lutadores brasileiros do catálogo, com a academia, a categoria de peso e como terminou cada uma das suas últimas cinco lutas.
Como este elenco se distribui entre as categorias de peso. Siga uma categoria para ver seus lutadores de todos os países e de todas as organizações.
As academias que treinam mais de um lutador desta página. Cada uma tem a sua própria página, com todo o elenco que formou.
As cidades que produzem lutadores repetidamente. Aqui não há links, de propósito: uma página por cidade seria um beco sem saída. Isto é contexto, não navegação.
101–150 de 261 lutadores
Hudson Melo
Hugo Viana
« Wolverine »
Iasmin Lucindo
Igor Severino
« The Hannibal »
Ilara Joanne
« ARYA STARK »
Ildemar Alcantara
« Marajó »
Ismael Bonfim
« Marreta »
Istela Nunes
Jacare Souza
« Kareka Jacare »
Jean Matsumoto
Jean Silva
« Lord »
Jefferson Almeida
« GLADIADOR »
Jefferson Gonçalves
« MINOTAURO »
Jeisla Chaves
« A Braba »
Jessica Andrade
« Bate Estaca »
Jessica Cunha
« Só Na Manha »
Jhonata Diniz
Jhonathan Azevedo
Jhony Gregory
Joanderson Brito
« Tubarão »
Joao Dantas
Joao Paolo Fagundes
« KING »
Joelson Nascimento
John Lineker
« Hands of Stone »
Johnny Walker
« The Creature »
Joilton Lutterbach
Jose Aldo
« Junior »
Jose Augusto
« Gugu »
José Marcos
« Maju »
Jose Montanha
Josiane Nunes
« Josi »
Julia Polastri
« Psycho »
Juliana Lima
« Ju Thai »
Juliana Rodrigues
« JUJU MÃO DE PEDRA »
Juliana Velasquez
Junior Albini
« Baby »
Karol Rosa
Kaue Fernandes
« The Lumberjack »
Kaynan Kruschewsky
« Bahia »
Ketlen Souza
« Esquentadinha »
Ketlen Vieira
« Fenomeno »
Keweny Lopes
« Leao »
Kleydson Rodrigues
« KR »
Klidson Abreu
« White Bear »
Kron Gracie
Larissa Pacheco
Leandro Higo
« ALTER »
Leandro Issa
« Brodinho »
Leno Rodrigo
Leonardo de Oliveira