John Martin deixou o cargo de diretor executivo da empresa que junta o PFL e a MVP, com efeito imediato. Anunciou-o no Instagram pessoal na terça-feira, 22 de setembro, 7 semanas depois de a fusão com a Most Valuable Promotions, a empresa de Jake Paul, ter sido anunciada a 30 de julho. Martin apontou o cofundador da MVP, Nakisa Bidarian, como a pessoa natural para liderar a fase seguinte.
O essencial
- John Martin deixou a 22 de setembro o cargo de diretor executivo da empresa que reúne o PFL e a MVP, com efeito imediato, num anúncio no Instagram pessoal.
- Apoiou Nakisa Bidarian, cofundador da MVP, para liderar a empresa, mas o conselho não tinha anunciado qualquer nomeação formal quando ele saiu.
- O PFL deverá passar a operar sob a marca MVP a partir de 2027, e os próximos eventos mantêm-se em Chicago, a 16 de outubro, e no Dubai, a 14 de novembro.
O que John Martin anunciou
Uma saída sem pré-aviso
Martin não recorreu a um comunicado. Publicou na manhã de terça-feira, no seu próprio Instagram, que deixava a liderança da empresa resultante da fusão, com efeito imediato. Não foi dada qualquer razão para o momento escolhido.
Uma passagem curta pelo topo
Antigo executivo da Turner, Martin assumiu a liderança do PFL em julho de 2025. Pouco mais de um ano depois, conduziu a liga à fusão com a Most Valuable Promotions, de Jake Paul, anunciada a 30 de julho, e devia dirigir o novo grupo. Durou 7 semanas nesse cargo.
Um líder que falava pela liga
Nesse ano, Martin foi a voz do PFL nos dossiês mais importantes. Chamou à desforra entre Johnny Eblen e Costello van Steenis o maior combate da história da organização e manteve publicamente a posição sobre o contrato de Usman Nurmagomedov quando o UFC mostrou interesse.
Nakisa Bidarian e a era MVP
O nome que Martin propôs
Martin apontou Nakisa Bidarian, que fundou a MVP com Jake Paul e dirige a área de boxe, para lhe suceder. É um apoio, não uma nomeação: quando Martin saiu, o conselho ainda não tinha anunciado Bidarian como novo diretor executivo.
Uma mudança de marca já prevista
O plano de fusão coloca o PFL sob a marca MVP a partir de 2027. Sem Martin, os rostos públicos da empresa passam a ser Bidarian e Jake Paul, ambos do lado da MVP. É precisamente a marca PFL, a que Martin dirigia, que vai mudar de nome.
Porque é que o momento conta
Depois de uma fusão, o executivo que a negociou costuma ficar algum tempo para a pôr a funcionar. A saída de Martin ao fim de 7 semanas deixa esse trabalho apenas nas mãos da MVP, poucos meses antes da mudança de marca.
After an incredible year and the successful combination of PFL and MVP, I've made the decision to step down as CEO of the combined company.
— John Martin, no Instagram, a 22 de setembro
O que muda agora para os lutadores e os fãs do PFL
Os eventos mantêm-se
Nada do que foi anunciado a 22 de setembro mexe no calendário. O PFL Chicago continua marcado para 16 de outubro, na Wintrust Arena, com o primeiro título feminino de peso mosca em jogo, e o PFL Dubai segue a 14 de novembro, na Coca-Cola Arena.
Os dossiês em aberto continuam em aberto
Os temas que Martin tratava publicamente, das disputas contratuais às desforras que promovia, passam agora para uma liderança que ainda não foi formalmente nomeada. Os lutadores sob contrato lidam com a mesma empresa, mas não com a mesma pessoa no topo.
Acompanhe o PFL durante a mudança
Registos, taxas de finalização e o nosso ranking semanal de cada lutador do PFL continuam atualizados na aplicação FightHub, seja qual for o nome da liga. Descarregue-a para acompanhar o plantel durante a passagem para a marca MVP.
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