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O PFL Dubai põe um belga de 9-0 frente a um egípcio de vinte e dois combates, na mesma noite do Madison Square Garden

Patrick Habirora vs Omar El-Dafrawy — FightHub

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O PFL Dubai já tem co-main event: Patrick Habirora, invicto com 9-0, frente a Omar El-Dafrawy, 16-6 e de longe o mais rodado dos dois. A promotora coloca-os em quarto e quinto entre os meio-médios, por baixo da defesa de cinturão dos pesados de Vadim Nemkov. Tudo a 14 de novembro na Coca-Cola Arena, precisamente a data que o UFC reservou para o Madison Square Garden.

O essencial

PFL Dubai: o que o co-main põe mesmo frente a frente

Nove combates contra vinte e dois

Habirora nunca perdeu, e fê-lo em nove combates profissionais, cinco deles nesta promotora. El-Dafrawy já fez vinte e dois, perdeu seis e tem apenas uma derrota em sete presenças no PFL. É essa a forma inteira do duelo: um registo que ainda não contém nenhuma resposta frente a um registo a quem já fizeram quase todas as perguntas e que voltou sempre.

Dois meio-médios classificados, não uma montra

A promotora pôs ali os seus próprios números, quarto contra quinto. Isso pesa mais no PFL do que uma classificação costuma pesar, porque o formato transforma posições em cabeças de série e uma vitória aqui é um degrau num quadro, não uma linha num cartaz. Nenhum dos dois está a ser servido ao outro.

Habirora chega da parte funda

Foi combate principal do PFL Bruxelas frente a Benson Henderson em maio, bastante acima do que um registo de 9-0 costuma comprar, e continua invicto. Pense-se o que se pensar do co-main, não é a primeira vez que lhe pedem para segurar um cartaz.

O combate principal, e porque a história é a data

Nemkov defende nos pesados

Vadim Nemkov contra Sergei Bilostenniy encabeça o cartaz, com o cinturão dos pesados em jogo. É o nome de Nemkov que vende a noite fora da região, e um combate de título por cima de dois meio-médios classificados faz um cartaz realmente construído, não uma noite de um só combate.

O 14 de novembro já está ocupado

O UFC marcou o UFC 334 no Madison Square Garden na mesma data, com dois combates de título próprios. Duas promotoras a lançar cartazes de campeonato na mesma noite, a onze mil quilómetros de distância, não é coincidência de calendário, é uma declaração sobre quem tem de desviar de quem. O PFL decidiu que não tem.

O que custa um choque e o que rende

Partilhar uma data divide o público e a cobertura, e sempre foi assim. Também coloca o cartaz de uma promotora na mesma frase que o maior evento do mês, o que é a publicidade mais barata que existe se os combates corresponderem. Essa conta julga-se pelos resultados, não pelo anúncio.

Undefeated #4 Ranked Patrick Habirora clashes with #5 Ranked Omar El-Dafrawy in a battle of ranked Welterweights in the Co-Main Event of PFL Dubai!

O que observar daqui até lá

O invicto é a variável

Um lutador 9-0 frente a alguém com vinte e dois combates é o teste clássico do que vale o zero: profundidade, ou adversários escolhidos. As seis derrotas de El-Dafrawy não são uma fraqueza neste confronto, são a prova de que já esteve em apuros e saiu do outro lado. Habirora ainda não tem prova nenhuma desse género, nem num sentido nem no outro.

Uma divisão que se decide em quadro

O meio-médio desta promotora avança por cabeças de série, pelo que o vencedor não ganha simplesmente um adversário melhor a seguir, ganha uma posição. É essa a parte a seguir depois do resultado, e costuma resolver-se em semanas e não em meses.

Seguir os dois cartazes com números a sério

Os registos, as taxas de finalização, a actividade e as nossas próprias notas, em todas as promotoras, estão actualizados na aplicação FightHub. Descarregue-a para comparar estes meio-médios antes de 14 de novembro.