Os melhores lutadores mexicanos da história do UFC, com o Noche UFC voltando pra casa
Os melhores lutadores mexicanos da história do UFC não cabem numa lista curta por acaso: eles a construíram título a título. Com o Noche UFC voltando no dia 12 de setembro, e Brandon Moreno e Alexa Grasso no card, é a hora certa pra alinhar os nomes que transformaram o México de um país de boxe numa potência do MMA, de Cain Velasquez aos campeões de hoje.
- Fight Hub
- 7 setembro 2026
O essencial
- Com o Noche UFC voltando no dia 12 de setembro, os melhores lutadores mexicanos da história do UFC abrangem três eras de títulos diferentes.
- Cain Velasquez foi o primeiro campeão do UFC de ascendência mexicana em 2010; Brandon Moreno virou o primeiro campeão nascido no México em 2021.
- Henry Cejudo, Alexa Grasso e Yair Rodríguez completam uma geração dourada, com Raul Rosas Jr. na frente da próxima.
Os melhores lutadores mexicanos começam com duas estreias
Velasquez, e depois Moreno
Dois marcos ancoram a história toda. Em 2010, Cain Velasquez virou o primeiro campeão do UFC de ascendência mexicana, nocauteando Brock Lesnar pra pegar o cinturão dos pesados que ele seguraria duas vezes. Depois, em 2021, Brandon Moreno foi um passo além: o lutador de Tijuana finalizou Deiveson Figueiredo no UFC 263 pra virar o primeiro campeão do UFC nascido no México, uma distinção que em casa significava tudo.
A diferença entre essas duas estreias é justamente o ponto. Velasquez provou que um lutador de sangue mexicano podia reinar no esporte; Moreno provou que um criado no México também podia, pelo caminho mais duro que existe. Juntos, os dois cobrem uma década de um país que subiu de azarão a candidato e a campeão.
Campeões em todas as divisões
Cejudo, Grasso e Yair
A lista não para em dois. Henry Cejudo, medalhista de ouro olímpico de luta de ascendência mexicana, bateu Demetrious Johnson pelo título dos moscas, parou T.J. Dillashaw em 32 segundos e virou campeão de duas divisões nos galos, um dos cartéis mais condecorados do esporte. Alexa Grasso conquistou o cinturão do peso-mosca feminino batendo Valentina Shevchenko e encabeça esse mesmo card do Noche. E Yair Rodríguez, campeão interino dos penas, deu à era o compilado de nocautes dela, com algumas das finalizações mais criativas que o MMA já produziu.
Lidos juntos, são uma geração com cinturões em quatro divisões e estrelas em várias outras. É por isso que o Noche UFC existe como uma grande noite: a profundidade é real, e vai dos pesados até o peso-mosca feminino.
O esporte é muito jovem no meu país, e é difícil porque no México é futebol e boxe e só. Se você tenta outro tipo de esporte, o caminho é muito, muito duro.
— Brandon Moreno
Um esporte jovem, e a próxima leva
Pra onde a história vai daqui
O que engrandece o feito é o contexto. Moreno foi aberto sobre o quanto o caminho foi duro. “O esporte é muito jovem no meu país, e é difícil porque no México é futebol e boxe e só”, disse. “Se você tenta outro tipo de esporte, o caminho é muito, muito duro.” Esses campeões não herdaram uma base; eles foram a base.
Agora tem uma próxima leva crescendo atrás deles, puxada pelo fenômeno adolescente Raul Rosas Jr. e pela desafiante dos galos Irene Aldana, com mais aparecendo a cada card do Noche. É exatamente por isso que esse fim de semana importa além de um evento: é a vitrine onde o próximo grande lutador mexicano se anuncia.
Acompanhe o MMA mexicano com números de verdade
Os carteis completos de cada lutador citado aqui, os rankings atuais e o card completo do Noche UFC estão no aplicativo FightHub, atualizado conforme a noite se aproxima. Baixe pra traçar a geração dourada e ver quem vem a seguir.
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