País
Os Estados Unidos enviam mais lutadores para as artes marciais mistas profissionais do que qualquer outro país, e a razão é estrutural, não acidental. Nenhuma outra nação alimenta o desporto a partir de um sistema escolar e universitário que já treina, todos os anos, centenas de milhares de jovens numa disciplina de combate.
A luta folkstyle é ensinada nas escolas secundárias e nas universidades norte-americanas como desporto escolar, com época própria, campeonatos próprios e bolsas próprias. A sua pontuação premeia o controlo e o tempo de domínio em vez das projeções, o que produz exatamente os hábitos que as artes marciais mistas exigem: derrubar o adversário, mantê-lo no chão e voltar a levantar-se quando a posição se perde.
A consequência vê-se em qualquer plantel norte-americano. Grande parte destes lutadores chega com uma década de solo atrás de si antes de dar o primeiro soco em competição, e a carreira consiste muitas vezes em construir a parte de pé por cima dessa base, e não o contrário. É a imagem invertida do caminho brasileiro, e os dois aprendem um com o outro há trinta anos.
O segundo viveiro é o boxe, que fornece o jogo de pernas, o movimento de cabeça e o sentido de distância que os lutadores puros têm de aprender à parte. Quem junta as duas coisas — base de luta e mãos a sério — é o arquétipo norte-americano.
Por baixo das promotoras televisionadas estende-se um circuito regional denso, espalhado por todo o país, onde os lutadores fazem os primeiros combates profissionais perto de casa. É esse circuito que permite a uma promessa norte-americana chegar aos dois dígitos de vitórias antes de aparecer num cartaz conhecido fora do seu estado, e é ele que explica a profundidade de cada categoria.
O desporto é ainda regulado estado a estado, cada um com a sua comissão atlética a trabalhar a partir das Regras Unificadas de MMA. As páginas abaixo listam todos os lutadores norte-americanos do catálogo, com a categoria de peso, o ginásio e a forma como terminou cada um dos seus últimos cinco combates.
Como este plantel se distribui pelas categorias de peso. Siga uma categoria para ver os seus lutadores de todos os países e de todas as organizações.
Os ginásios que treinam mais de um lutador desta página. Cada um tem a sua própria página, com todo o plantel que formou.
As cidades que produzem lutadores repetidamente. Aqui não há ligações, de propósito: uma página por cidade seria um beco sem saída. Isto é contexto, não navegação.
401–450 de 588 lutadores
Matthew Semelsberger
« Semi The Jedi »
Maurice Greene
« The Crochet Boss »
Max Gimenis
Max Holloway
« Blessed »
Max Rohskopf
« Rated R »
Maycee Barber
« The Future »
Micah Terrill
Michael Aswell
« The Texas Kid »
Michael Boylan
« The Ninja »
Michael Chandler
« Iron »
Michael Chiesa
« Maverick »
Michael Cora
« Kookie Monster »
Michael Cyr
« The Mullet »
Michael Lilly
Michael Trizano
« The Lone Wolf »
Micheal Gillmore
« The Gentleman »
Michel Quinones
« El Capo »
Miesha Tate
« Cupcake »
Miguel Baeza
« Caramel Thunder »
Mike Bardsley
Mike Barnett
« IRON »
Mike Breeden
« Money »
Mike Davis
« Beast Boy »
Mike Hamel
« Magic »
Mike Perry
« Platinum »
Mike Rodriguez
« Slow »
Miles Amos
« The Black Santa »
Miles Johns
« Chapo »
Miranda Granger
« Danger »
Miranda Maverick
« Fear The »
Mitch McKee
« Merciless »
Mitch Ramirez
« The Fight Stalker »
Mitch Raposo
Montana De La Rosa
Montel Jackson
« Quik »
Morgan Frier
Moriel Charneski
Morquez Forest
« Black Clover »
Muhammed DeReese
Myles Jury
« Fury »
Nate Diaz
Nate Jennerman
« NASTY »
Nate Landwehr
« The Train »
Nate Williams
Nathan Coy
« Soulforce »
Nathan Pierce
« TwoBills »
Nathaniel Grimard
Nazim Sadykhov
« Black Wolf »
Neil Magny
« The Haitian Sensation »
Nicco Montano