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Manon Fiorot tem que passar por Alexa Grasso, no México, pra voltar a uma disputa de título

Manon Fiorot está a uma vitória de mais uma chance pelo cinturão dos moscas, e o Noche UFC coloca na frente dela a porta mais dura possível. No dia 12 de setembro, em Glendale, ela encara a ex-campeã Alexa Grasso, diante de uma torcida que vai estar do lado da estrela mexicana. Fiorot já disse em alto e bom som o que quer; agora precisa merecer diante justamente da adversária que não dá pra subestimar.

O essencial

Manon Fiorot está a uma vitória do título, e ela falou isso

O cartel e a cobrança

Fiorot está em 13-2 com sete finalizações, e o único tropeço recente é o que mais dói: uma derrota por decisão apertada pra Valentina Shevchenko na primeira disputa de título dela no UFC 315. Ela respondeu de forma contundente, parando Jasmine Jasudavicius em 74 segundos, e depois deixou o pedido claro. “Estou pronta. Aconteça o que acontecer, eu quero a minha disputa de título”, disse. Bater a Grasso é como ela transforma essa cobrança num contrato.

O estilo é feito pra fechar. Fiorot vai pra frente, bate com peso atrás, e mais da metade das vitórias dela terminaram cedo. Contra quase toda a divisão, isso basta. A Grasso não é quase toda a divisão.

Por que a pressão é real

Subestima essa luta e a chance de título evapora. Fiorot é a favorita das casas e a aposta do momento, mas uma favorita que leva papo de título pra território hostil carrega risco, não conforto. É ela quem mais tem a perder nesse card.

Alexa Grasso, a ex-campeã em casa

Versatilidade contra pressão

Grasso (17-5-1) é justamente a adversária que uma finalizadora em ascensão não quer nesse momento. Ex-campeã dos moscas, com vitórias espalhadas entre decisões, cinco nocautes e duas finalizações, ela tem mais jeitos de vencer do que quase tudo que a Fiorot enfrentou, e já esteve nas águas mais fundas da divisão. Num card do Noche, diante de uma torcida mexicana, ela ainda tem o ginásio.

Os números contam o lado tático. A vantagem da Fiorot é a trocação mais pesada e constante; a da Grasso, a variedade e a ameaça de finalização que dá a ela uma saída mesmo atrás. Se a Fiorot não conseguir manter uma luta de trocação, o duelo pende pras ferramentas da Grasso, e a torcida só ruge mais alto quando isso acontece.

Território hostil é um adversário à parte

Lutar contra a heroína local no fim de semana do país dela é um teste além do confronto. Grasso não precisa de uma noite perfeita; precisa do ginásio do lado dela e de uma sequência pra mudar a leitura. É exatamente isso que a vantagem de casa compra.

Estou pronta. Aconteça o que acontecer, eu quero a minha disputa de título.

Um cinturão vago aumenta o que está em jogo

A conversa pelo título está aberta

Essa luta cai no momento perfeito pra importar. Com a Shevchenko sem o cinturão e o título vago sendo disputado em outro lugar, o peso-mosca se reorganiza em tempo real, e uma vitória contundente aqui coloca a dona dela na frente da fila de desafiantes. Pra Fiorot é a chance que ela já pediu; pra Grasso, uma rota direta de volta a um cinturão que ela já teve.

É isso que faz dessa luta mais do que um bom duelo de card preliminar. Duas das melhores da divisão, uma se reconstruindo rumo ao título e outra tentando retomá-lo, num palco feito pra estrelas. Quem vencer sai de Glendale com um pleito de verdade.

Acompanhe a corrida do peso-mosca com números de verdade

O cartel completo de Manon Fiorot, o histórico de Alexa Grasso e os rankings atuais do peso-mosca feminino estão no aplicativo FightHub, atualizado conforme o Noche UFC se aproxima. Baixe pra ver onde a vencedora fica na conversa pelo título.

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